Eleito algumas vezes o melhor restaurante vegetariano do Brasil, o Moinho de Pedra era um lugar que eu queria conhecer, mas nunca conseguia. Abre apenas para almoços e fecha aos domingos. Como se localiza meio afastado de onde moro, ficava difícil de conciliar. Finalmente consegui ir há alguns dias.
Com um ambiente "semi-casa de vó", parecido com o Lá da Venda (mas sem o mesmo charme), tem uma lojinha bacana de produtos vegetarianos e orgânicos na entrada - o pão de 5 grãos é delicioso: consistente sem ser massudo, com sabor bem intenso e abundante nos grãos.
Ao chegar você entra em uma fila para ser atendido no balcão para pedir a comida que já está pronta, como se fosse um buffet. Aí que a confusão começa: você tem que perguntar a descrição dos pratos, pois não é explicado no cardápio, você não sabe o preço das coisas, nem se voce vai pagar por prato, porção ou "menu". Comi uma quiche de queijo com cebolas carameladas, espinafre e tomates - bem gostoso, com a massa bem sequinha, mas sem nada muito especial. O fundo de alcachofra recheado com quinoa é incomível: pra não dizer que era completamente sem gosto, tinha um horrível que prefiro nem lembrar - só conseui dar duas garfadas (pra confirmar). Sobremesa comi um cheese cake de maracujá OK: um bom balanço de doce e azedo, com uma calda gostosa, mas a massa do fundo estava muito úmida. Tomei um gostoso suco de gengibre thai, reservado para os fortes - ou para os com a garganta ruim. Provei também o nhoque (pesado) com molho de tomate (ralo) e um bolo de chocolate com frutas meia boca.
Resumo: quiche + alcachofra + suco + café = R$80. Sinceramente? Não vale nenhum pouco. Não por que estava ruim, mas porque acho um pouco demais para coisas que você pode comer igual ou melhor em outros lugares não vegetarianos.
Se este é o melhor restaurante vegetariano do Brasil, estamos mal neste quesito. Talvez dê uma segunda chance, mas preciso me esquecer da alcachofra antes.
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quarta-feira, 22 de agosto de 2012
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Taberna 474
As tascas estão para Portugal, como os bistrôs estão para a França: surgiram como pequenos restaurantes familiares que ofereciam comidas caseiras e substanciosas geralmente usando ingredientes menos nobres, leia-se baratos. Ao longo dos anos o termo foi virando sinônimo de restaurante português e, especialmente em São Paulo, não necessariamente pequeno e muito menos barato.
A Taberna 474 fica num limbo entre Pinheiros e o Itaim, numa simpática esquina relativamente arborizada e com muitas vagas para se estacionar - coisa rara por aqui. A decoração segue o estilo "semi-rústico" com muita madeira e toalhas de tecido. O cardápio tem opções para todos os gostos, embora a carta de vinho não seja para todos os bolsos.
As pataniscas de bacalhau, são uma espécie de bolinhos feitos com ovos e farinha de trigo bem mais leves e crocantes, estavam muito boas, melhores do que várias que comi em Portugal. O arroz de pato é imperdível: encorpado e de gosto bem intenso, com generosos pedaços de pato e linguiça. O bacalhau na brasa é a estrela do cardápio: um pedaço respeitável que serve 4 pessoas, embora no cardápio diga que é para duas - basta pedir mais acompanhamentos, grelhado na brasa no próprio osso, o que garante uma firmeza e suculência no ponto. Para o meu paladar faltava um pouco de gosto, mas nada que um toque de sal e limão não resolvessem.
De sobremesa comi o arroz doce: bem saboroso com consistência al dente e um toque de canela.
A Taberna 474 fica num limbo entre Pinheiros e o Itaim, numa simpática esquina relativamente arborizada e com muitas vagas para se estacionar - coisa rara por aqui. A decoração segue o estilo "semi-rústico" com muita madeira e toalhas de tecido. O cardápio tem opções para todos os gostos, embora a carta de vinho não seja para todos os bolsos.
As pataniscas de bacalhau, são uma espécie de bolinhos feitos com ovos e farinha de trigo bem mais leves e crocantes, estavam muito boas, melhores do que várias que comi em Portugal. O arroz de pato é imperdível: encorpado e de gosto bem intenso, com generosos pedaços de pato e linguiça. O bacalhau na brasa é a estrela do cardápio: um pedaço respeitável que serve 4 pessoas, embora no cardápio diga que é para duas - basta pedir mais acompanhamentos, grelhado na brasa no próprio osso, o que garante uma firmeza e suculência no ponto. Para o meu paladar faltava um pouco de gosto, mas nada que um toque de sal e limão não resolvessem.
De sobremesa comi o arroz doce: bem saboroso com consistência al dente e um toque de canela.
terça-feira, 15 de maio de 2012
Faire la Bombe
É uma pequena patisserie em Pinheiros que vem seguindo a febre de "versões tunadas de docinhos tradicionais". A onda começou com os cupcakes, passou pelos brigadeiros gourmets, quindins e agora chegou nas bombas. A bomba é feita com pâte à choux assada - não é difícil de fazer, mas tem que ter um bom braço, ou para os preguiçosos como eu, uma boa batedeira. A massa pode ser recheada por qualquer coisa semi-firme, geralmente um ganache, e a cobertura vai por cima para complementar o recheio e deixar a bomba mais apresentável.
O ambiente é bonitinho, com algumas mesas em uma lateral e o balcão com as atendentes e os doces do outro. No fundo fica a cozinha-aquário onde vemos o cozinheiros preparando tudo em real-time. As variedades das bombas estão escritas em um quadro negro com o nome e seus ingredientes - acho isso ótimo porque simplifica a escolha e evita problemas com pessoas alérgicas. Estão disponíveis em 2 tamanhos com preços que variam em média de 4 a 9 reais a unidade. O atendimento é um pouco confuso e lento nos horários de pico, causando uma mini muvuca, mas que é compensada pela simpatia das atendentes.
Eu queria provar a de limão siciliano, mas não tinha e tive que me contentar com a de brigadeiro e a de pistache. Massa sequinha e firme na medida certa com recheio abundante nos dois casos. A de brigadeiro não é excessivamente doce e deixa um gostinho de quero mais. A de pistache é OK: tem realmente sabor de pistache mas com um retrogosto de amêndoas, que me lembrou marzipã que, por sua vez, me fez pensar em barata - nada me tira da cabeça que barata deve ter gosto de marzipã - não comerei essa de novo.
Voltarei, mas eu esperava algo mais inovador como uso frutas locais e bombas salgadas - acho que vou ter que fazer eu mesmo a minha sonhada bomba de queijo com farofa de presunto cru.
O ambiente é bonitinho, com algumas mesas em uma lateral e o balcão com as atendentes e os doces do outro. No fundo fica a cozinha-aquário onde vemos o cozinheiros preparando tudo em real-time. As variedades das bombas estão escritas em um quadro negro com o nome e seus ingredientes - acho isso ótimo porque simplifica a escolha e evita problemas com pessoas alérgicas. Estão disponíveis em 2 tamanhos com preços que variam em média de 4 a 9 reais a unidade. O atendimento é um pouco confuso e lento nos horários de pico, causando uma mini muvuca, mas que é compensada pela simpatia das atendentes.
Eu queria provar a de limão siciliano, mas não tinha e tive que me contentar com a de brigadeiro e a de pistache. Massa sequinha e firme na medida certa com recheio abundante nos dois casos. A de brigadeiro não é excessivamente doce e deixa um gostinho de quero mais. A de pistache é OK: tem realmente sabor de pistache mas com um retrogosto de amêndoas, que me lembrou marzipã que, por sua vez, me fez pensar em barata - nada me tira da cabeça que barata deve ter gosto de marzipã - não comerei essa de novo.
Voltarei, mas eu esperava algo mais inovador como uso frutas locais e bombas salgadas - acho que vou ter que fazer eu mesmo a minha sonhada bomba de queijo com farofa de presunto cru.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
A Chapa
Sabe aqueles lugares: nunca fui e não tenho vontade? Pois é, A Chapa era um deles. Por um motivo qualquer, nunca tive vontade de ir lá - mas fui neste sábado à tarde fazer uma "boquinha".
Como não queria comer muito peguei leve: comecei com um milk shake de Ovomaltine. Não tem ciência alguma, precisa ser muito desorientado pra não fazer um bom, vem com canudo grosso e uma colher longa para ajudar no serviço.
Sou fã de batatas doces fritas. Quando vi no cardápio tive que pedir, mas não valem a pena: apesar de crocantes e macias por dentro, tem um bizarro gosto de abóbora!
O sanduíche foi um hot dog com bacon e a maionese "caseira" deles, não posso dizer que estava ruim, mas nada diferente do que pode ser feito em casa com bacon e salsichas de supermercado.
No final das contas não foi de todo ruim. Contudo, só vale a pena se não tiver nenhum, realmente, nenhum outro lugar pra comer.
Sou fã de batatas doces fritas. Quando vi no cardápio tive que pedir, mas não valem a pena: apesar de crocantes e macias por dentro, tem um bizarro gosto de abóbora!
O sanduíche foi um hot dog com bacon e a maionese "caseira" deles, não posso dizer que estava ruim, mas nada diferente do que pode ser feito em casa com bacon e salsichas de supermercado.
No final das contas não foi de todo ruim. Contudo, só vale a pena se não tiver nenhum, realmente, nenhum outro lugar pra comer.
domingo, 8 de abril de 2012
La Frontera
Se você não se importa de ir em um restaurante de carnes na frente de um cemitério, o La Frontera é uma excelente pedida. Comida argentina - a parrilla como só eles sabem fazer - atendimento cortês, decoração simples de bom gosto e jarra de água de cortesia. Tudo para funcionar e funciona.
Cardápio com bastante opções para contentar todos os gostos. Tem um menu executivo (entrada, prato principal e sobremesa) e pratos do dia no almoço além do cardápio normal.
Já comi o menu algumas vezes. Sempre a salada de grão de bico com queijo de cabra e tomates - delicada, casando bem o doce e o salgado com o crocante de um pão chato. Sempre o bife de chorizo, no ponto perfeito - tostado por fora e mal passado por dentro - acompanhado de um purê de batatas com azeite e chimichurri. O flan da sobremesa é bem ruim - pedi uma vez e desde então só peço a fruta do dia.
Desta vez resolvi variar: pedi uma prime rib de porco. Enorme, tostada por fora, macia e suculenta por dentro como toda carne de porco deveria ser. Vem acompanhada de um delicioso feijão preto (que definitivamente não deve ter sido preparado por um argentino), uma farofa de banana (mais uma vez, preparada melhor do que muito restaurante brasileiro), arroz e couve crocante. Deliciosa! O melhor corte de porco que comi em muito tempo.
Vale muito a pena e me entusiasmou a variar mais nos pedidos.
Cardápio com bastante opções para contentar todos os gostos. Tem um menu executivo (entrada, prato principal e sobremesa) e pratos do dia no almoço além do cardápio normal.
Já comi o menu algumas vezes. Sempre a salada de grão de bico com queijo de cabra e tomates - delicada, casando bem o doce e o salgado com o crocante de um pão chato. Sempre o bife de chorizo, no ponto perfeito - tostado por fora e mal passado por dentro - acompanhado de um purê de batatas com azeite e chimichurri. O flan da sobremesa é bem ruim - pedi uma vez e desde então só peço a fruta do dia.
Desta vez resolvi variar: pedi uma prime rib de porco. Enorme, tostada por fora, macia e suculenta por dentro como toda carne de porco deveria ser. Vem acompanhada de um delicioso feijão preto (que definitivamente não deve ter sido preparado por um argentino), uma farofa de banana (mais uma vez, preparada melhor do que muito restaurante brasileiro), arroz e couve crocante. Deliciosa! O melhor corte de porco que comi em muito tempo.
Vale muito a pena e me entusiasmou a variar mais nos pedidos.
Sanduíche de mortadela
O Mercado Municipal de São Paulo é muito legal, muito bacana - tem coisas que você só acha lá e etc. Mas, no final das contas, a gente vai mesmo pelo sanduíche de mortadela.
Tem quem torça o nariz para a quantidade insana de mortadela que conseguem colocar dentro do pão sem usar nenhum palito, mas que é gostoso, isso é.
Quase todos os bares reivindicam para si a invenção do sanduíche mas, para mim, o melhor é o do Hocca.
Mortadela Ceratti, cortada em fatias bem finas e empilhadas dentro de duas metades de pão tão altas quanto o antigo World Trade Center. Pode ser o tradicional (só mortadela) quente ou frio, acompanhado de queijo ou outras versões que variam de acordo com o local.
Comi um de mortadela com queijo, bacon, tomate fresco e alface (para não ensopar o pão - porque ninguém faz questão de verdade). Altura que desafia a abertura da boca, suculento, salgado na medida certa e cortado pela leve doçura do tomate.
Custa R$15 fora o Digeplus da sobremesa.
Tem quem torça o nariz para a quantidade insana de mortadela que conseguem colocar dentro do pão sem usar nenhum palito, mas que é gostoso, isso é.
Quase todos os bares reivindicam para si a invenção do sanduíche mas, para mim, o melhor é o do Hocca.
Mortadela Ceratti, cortada em fatias bem finas e empilhadas dentro de duas metades de pão tão altas quanto o antigo World Trade Center. Pode ser o tradicional (só mortadela) quente ou frio, acompanhado de queijo ou outras versões que variam de acordo com o local.
Comi um de mortadela com queijo, bacon, tomate fresco e alface (para não ensopar o pão - porque ninguém faz questão de verdade). Altura que desafia a abertura da boca, suculento, salgado na medida certa e cortado pela leve doçura do tomate.
Custa R$15 fora o Digeplus da sobremesa.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Alma Maria
O Alma Maria fica na Rua Oscar Freire próximo a Padre João Manuel. É um restaurante de inspiração espanhola, decorado no estilo “mercearia-chique” com staff impecável.
O cardápio salgado é veladamente dividido em dois: pratinhos (entradas, sopas, tapas e saladas) e pratos principais.
De entrada/tapas comi um croquete de presunto ibérico crocante por fora e cremoso na medida por dentro. Dá pra sentir bem salgadinho do presunto contrastando com a leve doçura do purê de batata. Os anéis de lula estavam bem temperados e macios, mas poderiam ser mais crocantes. A bruschetta de tomates é bem saborosa, mas sem nada de especial. O solomito de morcilla (nome bonito de sanduíche de chorizo) vem com cebolas carameladas e tem um sabor marcante, mas sem ser pungente - e até que poderia ser pelo tamanho quase de amuse-bouche.
A galinha d’Angola é bem saborosa e suculenta, com um molho intenso - embora adocicado demais pro meu gosto - vem servido com legumes de forno no ponto. O ponto alto pra mim é o porco, que é feito primeiro sous-vide (à vácuo - a melhor maneira de se fazer porco) e depois tostado no forno, as batatas são cozidas e depois assadas na gordura do porco, à semelhança das batatas de frango televisão de cachorro, deliciosas. Só acho que a pele poderia ser mais crocante - o lado bom é que sendo borrachenta a gente não come, aí dá até pra fingir que é saudável.
Nunca comi nenhuma sobremesa porque, pelo cardápio, não me apeteceram nem um pouco.
Ah, a sangria é ótima!
Acho que os pratos poderiam ser maiores pelo preço, mas vale a pena se escolher certo a pedida.



O cardápio salgado é veladamente dividido em dois: pratinhos (entradas, sopas, tapas e saladas) e pratos principais.
De entrada/tapas comi um croquete de presunto ibérico crocante por fora e cremoso na medida por dentro. Dá pra sentir bem salgadinho do presunto contrastando com a leve doçura do purê de batata. Os anéis de lula estavam bem temperados e macios, mas poderiam ser mais crocantes. A bruschetta de tomates é bem saborosa, mas sem nada de especial. O solomito de morcilla (nome bonito de sanduíche de chorizo) vem com cebolas carameladas e tem um sabor marcante, mas sem ser pungente - e até que poderia ser pelo tamanho quase de amuse-bouche.
A galinha d’Angola é bem saborosa e suculenta, com um molho intenso - embora adocicado demais pro meu gosto - vem servido com legumes de forno no ponto. O ponto alto pra mim é o porco, que é feito primeiro sous-vide (à vácuo - a melhor maneira de se fazer porco) e depois tostado no forno, as batatas são cozidas e depois assadas na gordura do porco, à semelhança das batatas de frango televisão de cachorro, deliciosas. Só acho que a pele poderia ser mais crocante - o lado bom é que sendo borrachenta a gente não come, aí dá até pra fingir que é saudável.
Nunca comi nenhuma sobremesa porque, pelo cardápio, não me apeteceram nem um pouco.
Ah, a sangria é ótima!
Acho que os pratos poderiam ser maiores pelo preço, mas vale a pena se escolher certo a pedida.



Mercearia do Francês
Tem alguns lugares que a gente cria birra, às vezes por uma experiência ruim ou simplesmente sem explicação alguma. A Mercearia do Francês (Rua Pará x Itacolomi) era um dos meus. Talvez pelo atendimento apressado, pelos garçons mal humorados ou pela comida que tenta ser mais do que é. Enfim, sou sempre a favor de segundas chances e hoje, depois de quase um ano, retornei para comer um dos meus pratos favoritos: mexilhão com batata frita (moules et frites). Cada lugar prepara de um jeito e lá é feito com inspiração provençal: vinho branco, creme de leite, manjericão e erva doce. O prato é bem temperado e servido, com um caldo delicado mas de sabor marcante e leve apesar do creme de leite, entretanto com um número maior do que o esperado de mexilhões vazios ou que não abriram. Aqui vale lembrar as regras básicas para comer mariscos: se estiver aberto antes de cozinhar, não coma; se não abrir depois de cozido, também não coma. As batatas são allumettes clássicas (palitinhos) com um aïoli bem gostoso. Muito crocantes, mas tive que ser rápido pois elas amoleciam rápido.
O atendimento continua sem grandes simpatias, mas agora presente e atencioso - o maître até trouxe um “guardanapo babador” para eu não sujar a camisa - uma boa evolução do clima bistrô-mau humorado de antes.
Voltarei provavelmente dentro dos próximos 6 meses.
O atendimento continua sem grandes simpatias, mas agora presente e atencioso - o maître até trouxe um “guardanapo babador” para eu não sujar a camisa - uma boa evolução do clima bistrô-mau humorado de antes.
Voltarei provavelmente dentro dos próximos 6 meses.
Gopala Hari
O Gopala originalmente era apenas um restaurante, a sociedade acabou e foi dividido em 2: Gopala Hari (http://gopalahari.com.br) e Gopala Madhava (http://www.gopalamadhava.com.br). Comi no Hari num sábado par - por incrível que pareça, isso faz diferença, já que o cardápio muda nos dias ímpares.
Fila enorme, embora tenha andado relativamente rápido. O ambiente é simples, com muitas mesas e decorado com motivos indianos, lógico. O atendimento é apressado, confuso e nem um pouco zen.
Você paga um valor fixo e tem direito a escolher uma entrada, prato principal e uma sobremesa das opções do dia. De quebra vem um suco, que na ocasião foi de maracujá com cardamomo que estava bem refrescante.
A entrada era uma salada verde meio sem graça. Vou falar da sobremesa antes porque, bizarramente ela foi trazida junto com a salada. Comi uma bolota de leite aerado com calda de rosas - era muito feio e tão ruim quanto a aparência. Provei uma tortinha de doce de leite bem gostosa. Do lado da sobremesa, a atendente colocou um copinho que parecia ter leite condensado. Foi quando descobri porque a salada ficou sem gosto: era o molho que tinha vindo a parte e não disseram do que se tratava.
O prato principal salvou o dia: torta de abobrinha com tomate seco, arroz de manga, dahl de feijões, legumes empanados e um espetinho de salsicha de soja com queijo e molho de tamarindo. Uma delícia.
Total: R$26,50 - acho que vale a pena, basta ter uma paciência budista, colocar o molho na salada e não pedir o leite aerado.
Fila enorme, embora tenha andado relativamente rápido. O ambiente é simples, com muitas mesas e decorado com motivos indianos, lógico. O atendimento é apressado, confuso e nem um pouco zen.
Você paga um valor fixo e tem direito a escolher uma entrada, prato principal e uma sobremesa das opções do dia. De quebra vem um suco, que na ocasião foi de maracujá com cardamomo que estava bem refrescante.
A entrada era uma salada verde meio sem graça. Vou falar da sobremesa antes porque, bizarramente ela foi trazida junto com a salada. Comi uma bolota de leite aerado com calda de rosas - era muito feio e tão ruim quanto a aparência. Provei uma tortinha de doce de leite bem gostosa. Do lado da sobremesa, a atendente colocou um copinho que parecia ter leite condensado. Foi quando descobri porque a salada ficou sem gosto: era o molho que tinha vindo a parte e não disseram do que se tratava.
O prato principal salvou o dia: torta de abobrinha com tomate seco, arroz de manga, dahl de feijões, legumes empanados e um espetinho de salsicha de soja com queijo e molho de tamarindo. Uma delícia.
Total: R$26,50 - acho que vale a pena, basta ter uma paciência budista, colocar o molho na salada e não pedir o leite aerado.
Oryza
Oryza
É um restaurante especializado em arroz, não serve apenas isso, mas é o ingrediente principal. Gosto muito do picadinho, do suppli (bolinhos de arroz com geléia de pimenta) e do ovo poché com espuma de batata entre outros. Para sobremesa são imperdíveis o riz au lait (arroz doce com caramelo) e o sorvete de queijo de cabra.
Durante a semana eles têm menu executivo no almoço e, também participam do restaurant week.
Essa poça de sangue é um delicioso gazpacho com esferas de melancia muito bem temperado.

Arroz de carreteiro.

Riz au lait (esse desenho ridículo de caramelo é de minha autoria).

É um restaurante especializado em arroz, não serve apenas isso, mas é o ingrediente principal. Gosto muito do picadinho, do suppli (bolinhos de arroz com geléia de pimenta) e do ovo poché com espuma de batata entre outros. Para sobremesa são imperdíveis o riz au lait (arroz doce com caramelo) e o sorvete de queijo de cabra.
Durante a semana eles têm menu executivo no almoço e, também participam do restaurant week.
Essa poça de sangue é um delicioso gazpacho com esferas de melancia muito bem temperado.

Arroz de carreteiro.

Riz au lait (esse desenho ridículo de caramelo é de minha autoria).

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